Mostrando postagens com marcador museus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador museus. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Verão na Suécia

Supostamente estamos no auge do verão europeu, quando os velhinhos do sul morrem desidratados, as florestas queimam e os turistas estão vermelhos como camarões.

Aqui está frio, cinza e chuvoso. Mas é lindo mesmo assim. A natureza está sempre por perto, o mar e as ilhas, os veleiros e os motohomes... ninguém parece se importar com o mau tempo.

Aproveitei a folga da chuva e fui para o museu de aquarelas, no arquipélago, uma hora e meia de viagem.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Grüß Gott, Liebchen!

Munique é o coração da Bavária. Isso quer dizer cervejas gigantescas, salsichas, BMW, relógios e sinos cantantes. Também um ar meio conservador e uma quantidade nunca antes vista de cabeças brancas e bengalas nas ruas. Aqui, eles não falam oi, ou bom dia, mas sim, logo de cara: Grüß Gott... tipo um "graças a Deus". Mas entre um pretzel e outro, os museus!
aqui um dos favoritos até agora: Pinakothek der Moderne

matisse..............

dessssssssign

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Jantinha


Falando na Santa Ceia... presente da Pati

A última ceia


A gente foi ver a Última Ceia interpretada por Peter Greenaway no Palazio Reale. Num espaço lindo, de proporções majestosas, com paredes semi destruídas, a Última Ceia é projetada com interferências de um lado, e na outra parede, detalhes de outras obras renascentistas. O mais lindo, no centro desta sala, uma reprodução em tamanho natural, toda branca da mesa da Santa Ceia. Todos os pratos, os copos.... pedaços de frango, limões, ossos nos pratos, e pães. Por apenas uma única vez, a instalação foi feita na próprio refeitório da Santa Maria delle Grazie. A polêmica foi grande, não só pelo uso da obra prima como tela de projeção, depois dela ter sido restaurada por 17 anos, mas também, muitos dizem que Peter Greenaway se aproveitou da popularidade da obra, ainda mais depois do romance de Dan Brown.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Uma arquitetura para um museu

Este é o Jüdisches Museum Berlin, um prédio espetacular projetado para abrigar uma exposição permanente sobre a história e a cultura do povo Judeu. Dividido em três eixos: Emigração, Holocausto e Continuidade, o prédio novo praticamente não tem nenhum ângulo reto. As paredes são levemente inclinadas e o chão também. Ao andar pelos corredores têm-se uma sensação de insegurança e vertigem. O eixo do holocausto vai ficando cada vez mais extreito e escuro, pelo corredor vamos vendo objetos e histórias de famílias judias que foram mortas durante a segunda guerra. No final, entramos na torre do Holocausto -- uma sala fechada por um pesado portão de ferro, com as paredes de concreto com 24 metros de altura, iluminado apenas por uma pequena fenda no alto, por onde entram os sons do mundo exterior e um pequeno fio de luz. É muito impressionante ficar neste lugar por alguns minutos. No eixo da emigração conta-se a história das pessoas que conseguiram ir para outros países e lá se estabeleceram e criaram novas famílias, porém nunca desligadas do destino trágico dos que ficaram. No final deste corredor, entramos no Jardim do Exílio, um conjunto de colunas de concreto dispostas em um chão inclinado, que provocam a sensação se estar num navio, num mar de grandes ondas. O eixo da continuidade é o que leva à parte que conta toda a história do povo Judaico desde os primórdios. Os costumes, as roupas, os livros, o conhecimento, as pessoas importantes. Dá pra ficar horas e horas vendo tudo.
O mais engraçado foi sair da exposição e ver um campeonado de xadrez, com uns 300 jogadores. Um aglomerado de bizarros nunca antes registrado!

domingo, 8 de junho de 2008

8/06/08

Hoje resolvi me aventurar e peguei a bicicleta e fui até Wansee, tentar me refrescar numa das praias, em um dos imensos lagos. São treze quilômetros ao sul, tudo com caminho próprio para bicicletas, tudo super bem sinalizado, passando por parques florestais e bairros arborizados. No caminho tem esse espaço cultural: Haus am Waldsee com uma exposição super legal do artista norueguês Olav Christopher Jenssen. 


no jardim da casa também tinha um protótipo de uma moradia modular, muito bonitinha.


quinta-feira, 22 de maio de 2008

Hallo Herr Mies van der Rohe!


Não estava um dia lá muito bonito, mas Nefertiti adorou passear neste lindo edifício de vidro e luz que Mies van der Rohe projetou para abrigar a coleção de arte moderna na Berlin Ocidental, nos anos 60. "Muito interessantes estes novos templos modernos! Talvez, se eu tivesse conhecido antes este senhor, não teria feito para mim um túmulo tão caustrofóbico!"

domingo, 18 de maio de 2008

Uma viagem pelo tempo

aqui, Holbein na Gemäldegalerie

e aqui, Miró, na Neues Galerie