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segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Marcello!


Uma moeda para voltar à Roma, uma para se apaixonar por um(a) Romano(a), mais outra para casar com o dito cujo.... resultado: quase 54 mil euros por mês jogados na Fontana...

Em Roma, como os romanos


Cotocos e pernetas, ponto e vírgula...

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

O mundo selvagem

Budapest é famosa por suas águas termais e por suas piscinas glamourosas do começo do século 20. Mas o meu guia levou-me onde os locais vão: Széchenyi Bath, definitivamente não a mais glamourosa, mas no quesito diversão e bizarros imbatível.
Um pobre ganso admirando o seu terrível destino. 
Terminamos o dia numa discussão nada agradável com uns conhecidos do Adam. Aparentemente, a Hungria passa por um momento de idéias conservadoras e o racismo é um tópico quente. O "problema" no caso são os ciganos. Saímos os dois tristes do encontro, ao perceber como pessoas tão jovens continuam repetindo clichês fascistas sem o menor constrangimento. Tivemos a mesma experiência em um outro bar, onde dividimos a mesa com uns jovens portugueses que deixaram bem claro o quanto detestam os brasileiros morando em Portugal e que finalmente a "pretalia está a voltar para a Africa". A coisa não anda nada boa...

Proíbido fumar!

domingo, 24 de agosto de 2008

Ficção e realidade

Eis que me encontro no meio de um set de filmagem. Praga realmente é um cenário vivo. É só conter a massa de turistas e você volta no tempo sem precisar fazer nenhum esforço. 

Essas vitrines, por exemplo... poderiam estar num filme?

Shakespeare and sons


Uma livraria na área residencial de Praga, tão aconchegante, livros novos e usados, com música boa e Pilsner Urquell... Eu poderia ter passado o dia inteiro aqui.

Achei este livro de poesias, em tcheco, com esses lindos desenhos. Fotografei quase todas as páginas, mas depois da cerveja, esqueci da capa, então não sei o nome do ilustrador e nem do escritor...

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Mar Báltico

Enquanto a turma entorna o caneco no andar debaixo, a Suécia vai ficando para trás, pequenas cidadezinha e seus cais... 
um barquinho vai... a tardinha cai...
... foi nessa hora que eu vi o monge budista comendo pringles e bebendo cerveja. Um momento zen, o sol indo embora...
e a lua subindo no outro lado...

antes de voltar para os meus aposentos, dei uma passadinha no clube do karaokê.... e o bicho pegava, agora com uma banda tocando tangos finlandeses e valsas com solos de guitarra.

Tax Free

O barco é o mundo de diversão para toda a família: bares, discoteca, playground, restaurantes, cassino....
Karaokê em finlandês...
Free shop!!! A parte mais movimentada do navio.
Bebidas alcóolicas e cigarros são caríssimos, tanto na Suécia quanto na Filândia. Para tentar controlar o alto grau de bebedeira, não se vende bebidas com valor alcóolico acima de 5% em lojas comuns, supermecados, lojas de conveniência... para encher a cara o sujeito tem que ir numa loja credenciada - se não me engano são controladas pelo estado - e pagar caro. Por isso, o pessoal passa a viagem inteira bebendo tudo o que pode e que não pode e enchendo os carrinhos no free shop de todas as bebidas que se pode imaginar.

Para completar, afogam as mágoas nas máquinas de poker.

domingo, 10 de agosto de 2008

A juventude dourada

Obrigada, dá licença, por favor, são palavras que não têm muito uso por aqui... pelo menos neste festival... o tempo todo parecia que eu ia ser atropelada, mesmo com todo espaço em volta, todo mundo passa trombando, quase passando por cima. Deve ser uma herança viking, sei lá. Outra coisa que eu achei incrível, e que parece ser uma certa moda por aqui: a lourinha com cara de boneca fuma como uma mãe de santo e cospe no chão a cada cinco minutos.
moderninhos são moderninhos em todos os lugares... calça skiny, roupas de brechó, óculos da vovó, chapeuzinhos, meias pretas com camisões de dormir... e várias Amys Winehouse com pitadas de Sailor Moon...
todo mundo usa protetores auriculares
é tudo uma questão de escolher as galochas certas

garotas suecas não sentem frio jamais

Eu acho que eles estão por aqui


Eles e suas flautinhas infalíveis. O mundo sem fronteiras!

terça-feira, 22 de julho de 2008

Encontro internacional de Corvettes em Praga


Surreal... mais de 200 corvettes passando um atrás do outro...

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Jantinha


Falando na Santa Ceia... presente da Pati

terça-feira, 1 de julho de 2008

Futebol


Com este verão, todo mundo queria ver o jogo do lado de fora. Todo bairro estava com suas pracinhas lotadas de torcedores. A Alemanha perdeu, mas eles comemoraram do mesmo jeito.

sábado, 21 de junho de 2008

O Ipiranga de Berlin

Schöneweid, Berlin: uma linha de trem, um rio que vinha das minas de carvão da silésia, um vento que soprava do leste para o oeste. Condições mais que favoráveis para se criar um grande parque industrial de Berlin. O carvão vinha da polônia, o rio era a estrada de transporte e o vento, não deixava que a fumaça preta da indústria fosse para o lado leste da cidade, onde viviam os burgueses e a fina nata da sociedade. A fumaça, os apartamentos apertados sem banheiro e sem aquecimento, as ruas sem árvores ficavam para os trabalhadores. Isso começou lá no começo do século 19. Neste lugar foi inventado o jeito de transformar a energia produzida pelo carvão em energia elétrica e depois, como transportar esta energia por longas distâncias. Ou seja: a base da indústria moderna. Quando a Alemanha foi dividida, este lugar ficou parte da DDR e parou no tempo, nunca sendo revitalizado, ou modernizado. Na reunificação da cidade e do país, o que restava eram apenas galpões e galpões com equipamentos antiquados, instalações precárias -- não havia a menor chance contra as indústrias modernas do lado ocidental. As fábricas foram fechando uma a uma, os empregos acabando, a vizinhaça se deteriorando, o alcoolismo cada vez maior...... Aí, a cidade que nunca para de se reiventar e revitalizar começou a criar um novo uso para estes galpões velhos e tristes, a beira do Spree: escolas! Modernizados e adaptados, estes galpões se transformam pouco a pouco em escolas técnicas, abrigando 8000 alunos, e trazendo nova vida ao bairro.
Neste passeio tivemos a oportunidade de ver um pedaço da cidade em transformação, ainda é possível ver todas as instalações fabris como eram no começo do século 20, os prédios decadentes ainda aquecidos a carvão e a mutação para um presente cheio de esperança e juventude.
O nosso maravilhoso guia Matthias Rau nos mostrou mais uma vez o lado B de Berlin, onde não existe starbucks e nem turistas descolados. Aqui o bicho pega!

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Kraftwerk Tango

Ontem fomos ao Clärchens BallHaus, uma casa de baile do começo do século passado, que conserva a mesma atmosfera. Era a noite da tango, que parece ser uma verdadeira febre aqui na Europa.

domingo, 8 de junho de 2008

Verão!

Achei que eu ia me esbaldar num lago para refrescar o calor, eis que me deparo com esta fila gigantesca para entrar na "praia" em Wansee, cheia de alemão com roupa de banho e meia! Claro que eu dei meia volta e fui achar um outro cantinho na sombra para descansar. Acabei passando o dia no jardim botânico.