quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Pepino di Capri

James Bond, Sophia Loren, Giorgio Armani, Pablo Neruda...
Mussolini e Berlusconi...
todos são ou foram habitantes da "ilha do amor"

mas nenhum é mais simpático do que o nosso amigo Pepino di Capri!

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Para sentir o drama


Uma resconstituição feita pela BBC do último dia de Pompéia

Pompéia

Aí está o Vesúvio, no fundo da foto. Os 20 mil habitantes da cidade nem sabiam que aquela montanha era um vulcão.... aliás, a palavra vulcão nem exisitia em latim.
No dia 24 de agosto do ano 79, o Vesúvio entrou numa violenta erupção. Em poucas horas destruiu e cobriu Pompéia com até 25 metros de pedras e lava. A cidade ficou soterrada por quase 1700 anos, quando acidentalmente foi redescoberta, em 1748.

As escavações continuam até hoje. É emocionante andar pelas ruas da cidade, entrar nas casas com as paredes decoradas, os jardins, lojas, padarias, lavanderias, ruas pavimentadas, sistema de encanamento e abastecimento de água, teatros, templos, banhos, edifícios públicos, restaurantes, grafites de propaganda política, tudo quase inteiro, uma organização urbana e social tão fácil de imaginar neste lugar tão preservado. 

Napoli

Esta é a vista do nosso quarto, uma super varandona, que dá para o Monastério de Santa Chiara. Parece um palácio, mas tudo é de plástico, inclusive as plantas...

Um cinquecento, tãaaaao lindo!

Napoli é tudo aquilo que a gente espera e um pouco mais. Mais barulhento, mais cheio, mais sujo, mais caótico, a comida é mais gostosa, o café mais saboroso, todo mundo fala muito, o tempo todo, o trânsito é completamente fora de controle, os italianos e suas motos, as meninas e seus celulares, os dolce gabana, gucci e louis vendidos na calçada diretamente made in china.... Teodoro Sampaio? Praça da Sé? Saens Penha? Uma verdadeira loucura... pra se jogar: não dá pra ficar de fora.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Marcello!


Uma moeda para voltar à Roma, uma para se apaixonar por um(a) Romano(a), mais outra para casar com o dito cujo.... resultado: quase 54 mil euros por mês jogados na Fontana...

Silentium



Casa do Rammendo

No Vaticano, com a fartura de Michelangelo e Rafael...
... quase que dá pra passar batido pelos Morandis...


Em Roma, como os romanos


Cotocos e pernetas, ponto e vírgula...

Quem tem boca...

o inacreditável encontro: Silvia!

Giolitti, o gelatto preferido do papa João Paulo II, anque mio....... fragola e limone!!!!

Quem tem boca vai à Roma


A gente ouviu um brasileiro falando, na porta do Panteão: "Pô, será que vale a pena entrar aí para conhecer?" Deu um pouco de vergonha...

domingo, 7 de setembro de 2008

Enquanto isso...


Nefer se esbalda...

Mais um dia


Este é o meu quarto. 10 Euros por dia.
Este monastério construído entre 1187-1198 fica numa ilha, no meio do lago maior

Meu único problema ultimamente é estar aqui, neste lugar incrivelmente lindo e romântico, sozinha... isso acaba sendo um pouco deprimente... Nem dá pra tentar se afogar, pois o mar é tão salgado que não é possível afundar...
Eu quelo um veleiro agola!

Me belisca...

Esta é a ilha de Mljet, parte dela é uma reserva florestal, e a costa da ilha é toda recortada, cheia de baias calmas e limpas, um paraíso para os velejadores. 
A geografia forma dois imensos lagos de água salgada, com infinitos lugares lindos para nadar. 
Aluguei uma bicicleta e passei o dia pedalando em torno da lagoa maior, parando de vez em quando para um mergulho.
Uma paradinha para o almoço... salada de lagosta... hummmm

De volta à cidadezinha, meu jantar: figos colhidos na beira do porto.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Além do horizonte

Hoje o passeio foi a ilha de Lokrum, vizinha de Dubrovnik, uma reserva florestal. As ilhas da Croácia são muito verdes, com florestas de ciprestes e pinheiros, oliveiras e alecrins gigantes. Passear entre as árvores é uma verdadeira aromaterapia. 
Desculpem aí qualquer coisa, mas hoje eu nadei NESTE lugar. Só eu, sozinha e mais ninguém. Toda essa água linda e azul só pra mim.
Para fechar com chave de ouro a minha estadia em Dubrovnik, caminhei pelo muro que circunda a cidade antiga. Quase cinco quilômetros entre os telhados vermelhos e o mar Adriático. Ao fundo, a ilha de Lokrum.


segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Vida fácil


E assim termino as novidades da última semana. Anchovas marinadas, vinho branco e um belo começo de setembro!

Hoje

Um passeio pelas ilhas Elafitis: Kolocep, Lopud e Sipan.
Aqui o porto de pescadores de Lopud
Este é o meu amigo Pamuk. Muito folgado, tive que dividir a minha toalha com ele.


Um passeio pela cidade com a charmosa guia croata.

Feito para durar

A casa do centro é do século 17 a da direita, do século 16. Elas foram desenhadas para serem moradias, lojas e restaurantes e assim continuam sendo usadas, vivas e lindas. Existe uma proporção, uma generosidade nos cômodos, nas janelas, na relação da casa com a rua, que nunca ficam velhos.

Enfim, Dubrovnik


Uau! Valeu a pena 24 horas de viagem para chegar aqui. Talvez uma das cidades mais lindas que já estive. A parte antiga de Dubrovnik é toda murada desde o século 13, as ruas são todas de mármore e limestone, algumas construções do séculos 13 e 14 ainda  estão inteiras, mesmo tendo a cidade sofrido um grande terremoto 1667 e ter sido seriamente atacada há 17 anos, durante a guerra que levou à independência da Croácia. Aluguei um quarto (Soba) bem no centro histórico e finalmente tive o melhor sono dos últimos dias.